Unesco ressalta características do produto artesanal associado à hospitalidade e muitas vezes consumido em momentos especiais; candidatura foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O Modo Tradicional de Fazer Queijo Minas Artesanal, em Minas Gerais, foi inscrito nesta quarta-feira na Lista do Patrimônio Imaterial da Organização das Nações Unidas para Educação Ciência e Cultura, Unesco.

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O processo manual de fabricação do produto brasileiro envolve conhecimento e técnicas desenvolvidas por pequenos produtores rurais do estado brasileiro.

Queijo à venda em um mercado em São Paulo, Brasil. Grande parte dos produtores do Queijo Minas Artesanal possui pequenas propriedades rurais

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Leite cru e o ‘pingo’

A candidatura foi adotada pelo Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, reunido até o fim de semana em Assunção, Paraguai. O documento realça o uso do leite cru e o ‘pingo’, ou gota, pelos produtores locais.

A levedura natural é composta por bactérias específicas da região e contribui para o sabor, cor e aroma característicos. O produto artesanal é associado à hospitalidade e é comumente consumido com doces e bebidas em reuniões e ocasiões especiais.

A candidatura foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, em março de 2023, após requerimento da Associação Mineira de Produtores de Queijo Artesanal.

Agricultores familiares e indivíduos da comunidade

Atualmente, grande parte dos produtores do Queijo Minas Artesanal possui pequenas propriedades rurais e trabalha em um sistema familiar e de pequena escala. Os donos são agricultores familiares e membros da comunidade local que participam da força de trabalho quando os volumes de produção aumentam.

Em algumas regiões, a fabricação é realizada principalmente por homens, enquanto em outras as mulheres são responsáveis ​​por executar todas as etapas. Mas independentemente do gênero, a divisão do trabalho recai sobre quem tem “boas mãos” para fazer queijo na propriedade.

O conhecimento associado ao processo é transmitido oralmente entre os membros da família sobre etapas do processo que incluem gerenciamento de rebanhos, ordenha manual, fabricação de queijos e vendas.

A nota da Unesco realça que a preocupação com o bem-estar animal está sempre presente, assim como as boas práticas agrícolas dos pequenos produtores. O aprendizado acontece pela observação e interações diárias com os mais experientes da família.

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