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O enfoque preventivo, adotado pela saúde pública em São Caetano do Sul, aliado a ações para melhorar a infra-estrutura de atendimento, deram o tom às atividades no setor em 2001.

As Diretorias de Saúde e Vigilância Sanitária (DSVS) e das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) seguiram com as campanhas de detecção de endemias, de esclarecimento, orientação, vacinação, etc. Dentre elas, a da Saúde da Mulher ganhou destaque, oferecendo consultas e exames preventivos (mamografia, Papanicolau, etc), sem necessidade de marcação prévia, e tratamento, quando necessário.

AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) foram o tema da campanha levada aos adolescentes e jovens da rede pública de ensino fundamental e médio (com visitas, palestras, distribuição de material impresso e apresentações teatrais). A Campanha de Diabetes atendeu 23.149 pessoas, com testes de glicemia – 2.415 casos foram diagnosticados e encaminhados para atendimento.
As campanhas ainda incluíram a distribuição de cartilhas com informações sobre medicamentos genéricos e palestras sobre qualidade de vida para a população da terceira idade.

As Campanhas Nacionais de Vacinação foram abrangentes: 20 mil doses de vacina contra a rubéola para mulheres, entre 15 e 29 anos; 17 mil idosos, com 60 anos ou mais, receberam a vacina contra a gripe; 11.522 crianças, de 0 a 5 anos, participaram da multivacinação (contra sarampo, rubéola, caxumba, hepatite B, difteria, tétano e coqueluche).

Aliada ao atendimento, em programa com o padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que visa oferecer pelo menos sete consultas durante a gestação, a prevenção também deu o tom a atenção durante a gravidez. Em maio, foi criado o Núcleo Municipal de Assistência à Gestante, com a meta de estreitar o relacionamento entre paciente e médico, da descoberta da gravidez até 40 dias após o nascimento, e da desburocratização na realização de exames. Também foram realizadas duas edições do Curso de Gestantes, dentro da meta de administrar com índice perto de zero de mortalidade infantil.

O público formado pelas crianças que freqüentam as escolas do município foi alvo do Programa Saúde Escolar, que atendeu alunos de 50 escolas das redes municipal e estadual, nas áreas da pediatria, fonoaudiologia, oftalmologia, psicologia e odontologia.

Uma das novidades em 2001 foi a adoção do Programa Saúde da Família (PSF), do Ministério da Saúde. Iniciado nos Bairros Olímpico, Prosperidade, Fundação e São José, vai traçar o perfil da saúde da população, mapear doenças, verificar condições sanitárias, os cuidados destinados a população infantil e, a partir daí, criar um banco de dados, identificar e promover ações.

A prevenção também esteve presente nas ações da Vigilância Sanitária na manutenção do índice zero de casos de dengue. O trabalho do ano foi intensificado em dezembro, com o Plano de Intensificação das Ações de Controle da Dengue, que segue até abril. Esclarecimento aos moradores, palestras, faixas, cartazes, folhetos e uma ação de agentes comunitários e educadores sanitários, que vistoriam casas à procura de criadouros e focos da doença, integram as ações.

A Zoonose intensificou a fiscalização em bares, restaurantes e terrenos baldios da cidade e promoveu a Campanha de Vacinação Anti-Rábica, aplicando 9.096 doses de vacinas em cães e gatos.

A política preventiva foi acompanhada de ações para a melhoria da infra-estrutura hospitalar, com a remodelação física das unidades de atendimento existentes e a continuidade dos investimentos na construção do Hospital Municipal. Com área construída de 3.723,59 metros quadrados, quatro andares e capacidade para 85 leitos, o Hospital oferecerá atendimento de pronto-socorro, Clínica Geral, Ginecologia, Ortopedia, Cirurgia, Unidade de Tratamento Intensivo, Pediatria e exames de raio-x, tomografia, ultra-sonografia, endoscopia, etc.

Também o Hospital Infantil Márcia Braido passou por revitalização. Em 2001, foram reformadas as salas de raio-x, câmara escura, radiografia, ortopedia, gesso, odontologia e de espera, bem como adquiridos equipamentos diversos.

O sistema de saúde da cidade passou a ter a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), para combater a infecção hospitalar com o acompanhamento do trabalho realizado nos hospitais da cidade.